quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Músicas que eu gosto

Pois..
Não sei bem porque, esta música é especial para mim...
Transmite-me uma calma imeeensa!:)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Horários

Bem, finalmente descobri como se muda o fuso horário desta coisa..

Bem me parecia que as horas estavam a aparecer um bocadinho (de nada) pó esquisitas..:)

A minha "arte" :)

Sei o que sinto
Só não sei como o explicar
É simplesmente amor
é tudo o que tenho para te dar

Sinto que não chega
Sinto que não gostas de mim assim
É difícil não te tocar
É difícil não te dizer o que sinto dentro de mim

Mas afinal o que é que eu sinto?

Às vezes alegria, outras tristeza
Outras somente dor
Nem sei bem explicar
Acho que é o poder do amor

Nos meus sonhos estás sempre lá
Durante o dia sonho contigo acordada
Não sei mais o que fazer a este amor
Que nem a dormir me deixa descansada

Quero estudar, quero descansar
Mas só em ti consigo pensar

Mesmo sem dar conta as lágrimas caem
Pois é tanta a dor que eu sinto

Tenho inveja das pessoas que estão à tua volta
E do vento que te acaricia os cabelos
És o meu sol, a minha lua
E até a estrela mais brilhante
Que leva o meu sono a sonhos tão belos

Nos quais tu e eu andamos de mãos dadas
Nos quais nada nos pode separar
Nos quais eu vivo num conto de fadas
Sem ter medo de te amar

É isso, medo, o que eu sinto
Medo de tu não me amares
Medo de te dizer que sinto medo
Que tu me desprezes, que tu não me ames
Ou que tu penses que eu minto

Nos meus sonhos é sempre assim:
Estás sentado, sento-me a teu lado
E digo-te baixinho ao ouvido:
"Amo-te muito, e tu, o que sentes por mim?"

E depois não ouço resposta
Ouço somente a tua respiração

E depois acordo, e tomo consciência da realidade
E fico deitada a pensar
A pensar o que aconteceria
Se o meu sonho fosse verdade

Sei o que queria que acontecesse
Já, agora, neste momento
Queria que também sentisses por mim
Que também sentisses este sentimento

Queria poder te abraçar
Poder estar nos teus braços
Poder ser feliz a teu lado
Viver só dos teus beijos e abraços

Às vezes tenho esperança
Que morre quando penso que pode ser só uma ilusão
Mas tenho que a manter acesa
Pois sem ela a vida não faz sentido
E sinto-me como numa prisão

Prisão porque fixo presa aos meus pensamentos
Esquecendo que existem sentimentos
Tão belos como o amor

Este poema foi escrito por mim em Outubro de 2005..
Decidi partilhar, porque gosto dele, te significado para mim!
Acho que foi a primeira e única coisa de jeito que escrevi, de todas as vezes que tentei..Algumas partes estão foleiras..:) mas no geral gosto muito dele..

Tenho a mania...

De escrever com muitas reticencias!

Pensamento do dia #1

Almost die changes nothing
die changes everything

House MD

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

?Aquecimento global?

Tretas..

Tretas, balelas, peta..

Sim, eu sou uma pessoa bem informada, culta, e que já estudou, se calhar até demais do que o necessário, este fenómeno, as suas origens, causas, previsões e bla bla afins...

Mas..
Não consigo!
Não compreendo!
Não me faz sentido nesta cabeça pensadora que se chame aquecimento global a esta coisa que está a acontecer com o nosso adorável planetazinho!
Assim de repente, lembro-me de duas ou três coisas que ficariam a matar para descrição disto: arrefecimento global; nova era glaciar; como arrefecer todas as extremidades do seu corpo em menos de 5 segundos...

Agora aquecimento?
Chove e está mau tempo no Verão..Voltem dias bonitos de Agosto, idas a praia sem ter de passar pelo site do IM para ver se por acaso não vai chover!
E no Inverno..Tomem lá com temperaturas de Gronelândia e congelem mesmo enfiados em casa com 5 camisolas e 2 cobertores por cima!

Mas o cúmulo, o que me fez desistir de compreender o porque desta maldita designação e esquecer tudo o que havia aprendido sobre as alterações climatéricas foi a neve no Porto. Não foi nevar escandalosamente, vá..Mas nunca na minha vida tinha visto nevar no Porto, e com esta treta do aquecimento pensei que isso nunca fosse possível..

Sim, sou uma alma enganada..
Mas se alguém me pudesse explicar, nem que fosse assim por alto, agradecia!

sábado, 31 de janeiro de 2009

(i)rreal

mochila as costas..

destino?
o infinito, o horizonte, o mais além..
a praia, a serra, o campo, a cidade..

algures nalgum sítio, onde me sinta em casa (haverá sitio onde me sinta (sentir?? o quanto sinto a tua falta!) em casa?)

correr, gritar, fugir, gargalhar...

procurar-te dentro de mim, fora, no limite entre o ser e o não ser, entre o real e o imaginário (como me pareces longe! irreal)...

sonhar...aqui agora...
sonhar com o que sou, com o que podia ser, com o que queria ser e com o que nunca serei..sonhar com um eu e um tu, algures juntos num café qualquer..

viver a realidade e o sonho como um só: o sonho comanda a vida..:)